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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Show do Paramore, troco pra cinquenta e mais umas coisinhas

"Faz tempo que não escrevo aqui. Não ando inspirado."
Acho que é a milésima vez que uso essa frase por aqui. Mas enfim, isso é um pouco triste considerando que eu gostaria de escrever pelo menos uma vez por semana.
É estranho. Eu ando muito viciado em Pantera e Simon & Garfunkel. Os dois artistas já não tem muito a ver e terça eu ainda fui no show do Paramore. Admito que não estava muito animado, até porque trocaram o local do show do Teatro do Bourbon, que é ótimo, para o Pepsi On Stage, que é uma bela de uma bosta. O som estava péssimo, como eu já esperava e além do que não deu pra enxergar muita coisa, por causa da minha altura. Mas foi divertido, a banda realmente sabe fazer um bom show, ótima presença de palco, pessoal muito simpático e tal. Além da vocalista cocota, é claro.
Acho que acabei aproveitando mais o pré-show na fila do que o espetáculo em si. Fui pra fila com uma amiga no começo da tarde. Depois acabamos comprando bebida e passamos a tarde falando besteira. Acabamos encontrando mais gente depois, todas conhecidas minhas.


Ontem fui até o shopping Total para comprar cordas novas para a minha guitarra. Estourou a primeira corda e fazia tempo que eu estava deixando assim. Então ao subir no ônibus eu tiro do bolso uma nota de cinquenta e alcanço para o cobrador. Primeira pergunta dele: não tem menos? Eu respondi que não e ele disse para eu passar. Depois de muitas paradas ele me deu o troco. Acho que acabo de arranjar um novo inimigo.
Alias, tenho que ligar para reclamar que fui assaltado no ônibus, afinal de contas R$2,70 a passagem é um roubo! Já estava caro antes e ainda aumentam mais? Assim fica difícil também. Nem vou comentar sobre lotação, afinal não costumo pegar e já era bem caro antes.
Mas é isso ae, paguem vocês também com nota de cinquenta, vamos deixar eles sem troco!


Acho que não cheguei a comentar aqui, mas fiz a matrícula no curso de fonoaudiologia. Segunda fiz a minha carteirinha. Agora posso comer no RU, ou seja, agora sim sou oficialmente estudante da UFRGS!
Gastar um dinheirão comida? Nunca mais!
O triste foi o pré-trote que os meu veteranos deram, muita, mas muita tinta. E o pior é saber que tem mais vindo por ai. Fazer o que.
Mas é isso ae... minha inspiração não durou muito pelo visto. Então até mais!

Ouvindo Pantera-Mouth For War

sábado, 22 de janeiro de 2011

Sobre paliativos e praia

Passei!
Por incrível que pareça eu consegui ser aprovado na UFRGS. Talvez não tenha sido muito merecido, mas pelo menos estou lá dentro.
Fui aprovado no curso de fonoaudiologia, que parece ser bem interessante. Infelizmente isso é apenas um paliativo, como bem colocou um tio meu, afinal de contas no fim do ano eu tento a prova específica de música novamente. O mais chato é que meus parentes realmente acham que eu vou cursar isso. Claro, qualquer coisa é melhor que música, então eles acham que minha aprovação vai me fazer desistir do que eu realmente quero.
Infelizmente muita gente que merecia muito mais entrar lá não foi. Bom, sempre existe o ano que vem. O chato é esperar, ficar o ano inteiro pensando na tal prova... por isso mesmo que cursinho é tão cansativo.
Pelo menos não fizeram faixa pra mim. E claro, nem poderia, afinal de contas meu apartamento dá para a parte de trás do prédio, ou seja, ninguém ia ver que eu fui aprovado. E é somente para isso que serve a faixa, mostrar para meio mundo que passou no vestibular. Acho ridículo, mas as pessoas gostam de se mostrar... até mesmo quem passou no último lugar de um curso obscuro de uma faculdade qualquer de um canto inóspito do Brasil.

Mimimi

Segunda estava no parcão com alguns ex-colegas do cursinho. Lá pelas tantas outros amigos meus apareceram por lá e ficamos conversando. De repente um deles tem a idéia de ir para a praia, liga para um monte de gente que ele não conhece e consegue convidar mais uma pessoa para ir na viagem. De noite fomos em cinco para Quintão, na casa de uma amiga de uma das pessoas que estavam no carro. Passamos a noite lá e no dia seguinte seguimos para Tramandaí. Lá fomos barrados na casa de uma outra guria porque a vó dela era louca e não queria que a gente ficasse por lá (bem resumido). Então me lembrei que o zelador do prédio onde veraneio (em Capão Novo) guarda cópias das chaves dos apartamentos. Infelizmente era muito tarde para pegar as chaves. Então decidimos ligar para um amigo que estava por lá e arranjamos um lugar para dormir na casa de uma amiga. No dia seguinte fomos para o apartamento da minha vó e lá ficamos até quinta feira, quando viemos para Porto Alegre novamente. No meio do caminho o carro quebrou e tivemos que esperar horas para retornar para a cidade. Felizmente conseguimos um táxi pago pelo seguro para nos levar de volta. É isso.
Apesar dos contratempos a viagem foi demais e eu definitivamente tenho que fazer isso de novo. Viva as viagens sem programação nenhuma!
A moral é ser porra louca!
Até mais galerinha!

Ouvindo The Pretty Reckless-My Medicine